Comecei minha carreira na área de dados e sigo nela desde então, indo da automação de planilhas à construção de plataformas de dados na nuvem.
Marisa (dezembro de 2017 – janeiro de 2018): no meu primeiro estágio, via analistas e estagiários montarem à mão os mesmos relatórios de Excel todos os dias. Depois de uma conversa com o meu chefe, passei o resto do estágio de férias automatizando esses relatórios com VBA.
Medcel (janeiro – junho de 2019): além de mais automações em VBA, ajudei a analista de dados com queries SQL, dashboards no Tableau e scripts em Python. Também criei um web scraper com Selenium para buscar todos os aprovados em provas de residência médica e quais deles tinham sido nossos clientes, a tempo de serem apresentados na reunião de diretoria duas semanas depois.
Mobly (julho – novembro de 2019): numa equipe maior, conheci de perto o trabalho do engenheiro de dados, ferramentas como Apache Airflow e Pentaho e, pela primeira vez, a nuvem, na AWS. Foi aí que decidi entrar de vez na área de engenharia de dados.
Revelo (dezembro de 2019 – fevereiro de 2021): entrei como “estagiário sênior” e logo fui promovido a engenheiro de dados, o único da empresa. Meu principal projeto tirou as queries dos analistas do banco de dados de produção: uma instância do Airflow na GCP copiava uma réplica do banco Postgres da AWS para o Google Cloud Storage e carregava os dados no BigQuery, tudo construído do zero. No final de 2020, também assumi atribuições de SRE, automatizando meus projetos com GitHub Actions e adicionando observabilidade com Prometheus e Grafana.
InfoPrice (a partir de março de 2021): no meu primeiro emprego depois de formado, entrei num time de engenharia de dados em que, pela primeira vez, os dados não eram o backoffice, e sim o produto principal da empresa. Lá trabalhei em um dos projetos de que mais me orgulho: reduzir o custo dos jobs Spark no AWS EMR, trocando as máquinas On-Demand por Spot.